•10:27
Tu que carregas dentro do peito
um calvário de dor, de sofrimento
e que, constantemente, insatisfeito,
dizes dar fim, na morte, ao teu tormento;
Tu que carregas, infinitamente,
bilhões de males no teu coração;
tu que te sentes desoladamente
e que de ti nem Deus tem compaixão;
Que o coração da gente às vezes cortas,
quando murmuras no teu canto triste
queixas de amores, esperanças mortas...
Para consolo à tua mágoa infinda,
basta pensar que, neste mundo, existe
gente que sofre muito mais ainda!
um calvário de dor, de sofrimento
e que, constantemente, insatisfeito,
dizes dar fim, na morte, ao teu tormento;
Tu que carregas, infinitamente,
bilhões de males no teu coração;
tu que te sentes desoladamente
e que de ti nem Deus tem compaixão;
Que o coração da gente às vezes cortas,
quando murmuras no teu canto triste
queixas de amores, esperanças mortas...
Para consolo à tua mágoa infinda,
basta pensar que, neste mundo, existe
gente que sofre muito mais ainda!